"Prisoner" marca o regresso dos dinamarqueses Raunchy após um longo período de silêncio que alimentou dúvidas sobre o futuro da banda, rapidamente dissipadas por este conjunto de temas. Mais do que recorrer a fórmulas ou maneirismos do género, o sexteto cruza influências de forma natural, criando um som simultaneamente familiar e refrescante. Longe de uma reinvenção, o álbum evidencia uma evolução na composição, na vertente lírica e na identidade musical, confirmando os Raunchy como uma proposta capaz de agradar a fãs de In Flames, Soilwork ou Fear Factory, mas sempre com personalidade própria. Texto: Nuno C. Lopes