Segunda parte da reportagem de Nuno C. Lopes na oitava edição do Massacre Metal Fest.
(cont.) Com a energia reposta entre cachupa, bifanas e, claro, o courato, lá houve tempo para, entre uma conversa e outra, assistir à actuação dos Speedemon ,a "jogar em casa" os Speedemon aproveitaram para manter máquina oleada e, como sempre, Jorge Rato e companhia foram fieis a si e ao público com uma actuação coesa, como aliás é habito. Por esta altura, já a luz tinha ido abaixo umas vezes, nada que não se resolva!




Os Toxikull que, em À-Dos-Loucos, voltaram a demonstrar porque são uma das bandas do momento, além de ter em "Under the Southern Light" um disco enorme. A cada concerto o quarteto melhora e a actuação vai ficando mais dinâmica, os novos temas encaixam bem com os mais velhos e o público percebe isso mesmo. Falar de Holocausto Canibal é falar de devastação, aqui tudo nos é atirado às trombas, aparentemente, sem esforço ou piedade. À-dos-Loucos presenciou a máquina de sangue que o quarteto, liderado por Zé Pedro, mas onde Orca Delorca é o guia para o sangue, gore e, claro, mosh a dar com um pau!




A fechar esta edição do Massacre estiveram Suas Santidades Filii Nigrantium Infernalium! Banda de culto no Black Metal luso, os Filii são a pureza de um género que, tantas vezes, perde o encanto. A actuação dos lisboetas teve tudo o que se espera deles e o público, ainda que cansado, absorvia e deambulava pelos sons frios e dilacerantes da banda! Fecharam com chave de ouro!




Ao fim de 8 edições (já com a garantia de uma nona), o Massacre Metal Fest mostra que veio para ficar e colocar À-dos-Loucos no mapa!